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Agevisa recomenda cuidados constantes para evitar criação e proliferação do aedes aegypti

A Agência Estadual de Vigilância Sanitária (Agevisa/PB) dedicou a edição do Momento Agevisa de quinta-feira (23) às atividades realizadas pelo Governo da Paraíba, por meio da Secretaria de Estado da Saúde, com o objetivo de chamar a atenção das pessoas para os cuidados que devem ser tomados para evitar a criação e a proliferação do mosquito aedes aegypti, responsável pela transmissão de doenças como a dengue, a chykungunya e a zika. O Momento Agevisa é veiculado dentro da programação do Jornal Estadual da Rádio Tabajara AM (1110) e FM (105.5).

A Agência Estadual de Vigilância Sanitária (Agevisa/PB) dedicou a edição do Momento Agevisa de quinta-feira (23) às atividades realizadas pelo Governo da Paraíba, por meio da Secretaria de Estado da Saúde, com o objetivo de chamar a atenção das pessoas para os cuidados que devem ser tomados para evitar a criação e a proliferação do mosquito aedes aegypti, responsável pela transmissão de doenças como a dengue, a chykungunya e a zika. O Momento Agevisa é veiculado dentro da programação do Jornal Estadual da Rádio Tabajara AM (1110) e FM (105.5).

Durante toda esta semana, o Governo do Estado vem realizando uma série de atividades destinadas a esclarecer as pessoas que, apesar de a dengue estar controlada na Paraíba, não se pode (nem se deve) dar chance para o aedes aegypti, especialmente durante o Verão, que é uma das estações climáticas mais propícias à proliferação do mosquito.

Dentro desta mobilização, a Agevisa/PB, além de dedicar a edição do Momento Agevisa aos esclarecimentos e informações sobre o assunto, reafirmou a orientação a toda a sua equipe de inspetores (assim como aos profissionais das Vigilâncias Sanitárias municipais) para que, durante os trabalhos de inspeção sanitária, incluam nas suas atividades a observação dos ambientes com o olhar voltado para possíveis situações que favoreçam o aparecimento e a proliferação do mosquito da dengue, cujos sintomas incluem febre alta (em torno de 39 graus), náusea, ânsia de vômito, cansaço extremo, dores, perda do apetite e do paladar, dentre outros incômodos afins. A dengue pode se apresentar numa forma que vai do leve ao extremamente perigoso (no estágio hemorrágico), casos em que as vítimas podem ser levadas inclusive à morte.

Conforme a diretora-geral da Agevisa, Maria Eunice Kehrle dos Guimarães, os cuidados para evitar a criação e proliferação do aedes aegypti são recomendados não somente por ocasião das campanhas de combate à dengue, mas durante todos os períodos do ano. Afinal de Contas, se a população não toma os cuidados necessários, o mosquito pode continuar espalhando a dengue, como também a chykungunya e a zika, durante o ano inteiro.

Em seu informativo radiofônico semanal, a Agevisa/PB recomendou à população paraibana cuidados constantes, com destaque para a manutenção das caixas d’água sempre bem fechadas; a remoção das folhas, galhos e outros tipos de sujeira que possam impedir o escoamento da água nas calhas; a colocação de areia nos pratinhos dos vasos de plantas; a guarda de garrafas sempre com a “boca” para baixo; a entrega de pneus velhos aos serviços de limpeza urbana, ou, quando necessário, a guarda dos mesmos em local coberto e abrigado da chuva, e ainda a colocação do lixo em sacos plásticos que devem ser mantidos em lixeiras muito bem fechadas até que seja feita a coleta pela empresa especializada. Recomendou-se também lavar semanalmente (com escova, água e sabão) os tanques utilizados para armazenar água; manter bem tampados os toneis e barris d’água; evitar o acúmulo d’água sobre as lajes, e trocar semanalmente a água dos vasos de plantas aquáticas, os quais devem ser lavados antes de se colocar a nova água.

É importante ainda, segundo a diretora-geral da Agevisa/PB, que as pessoas observem se os seus vizinhos também estão tomando os cuidados devidos para combater o mosquito da dengue, pois, caso contrário, de nada adiantará o trabalho de uns diante da inércia de outros. “Afinal de contas, o mosquito que não respeita a saúde humana também não respeita limites de espaço aéreo, e passam livremente de uma casa para outra, sem cerimônias”, enfatizou Maria Eunice.

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