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Momento Agevisa amplia informações sobre os prejuízos causados pelo hábito de fumar

Os prejuízos causados pelos produtos derivados do fumo foram abordados na edição desta quinta-feira (15) do informativo radiofônico “Momento Agevisa”, que vai ao ar todas as quintas-feiras pela manhã, entre as 06h30 e 07h, dentro da programação do Jornal Estadual da Rádio Tabajara (AM-1110 e FM-105.5), com a finalidade de informar os ouvintes de todas as regiões paraibanas sobre os vários temas de interesse da saúde na área de competência da Agência Estadual de Vigilância Sanitária (Agevisa/PB).

Os prejuízos causados pelos produtos derivados do fumo foram abordados na edição desta quinta-feira (15) do informativo radiofônico “Momento Agevisa”, que vai ao ar todas as quintas-feiras pela manhã, entre as 06h30 e 07h, dentro da programação do Jornal Estadual da Rádio Tabajara (AM-1110 e FM-105.5), com a finalidade de informar os ouvintes de todas as regiões paraibanas sobre os vários temas de interesse da saúde na área de competência da Agência Estadual de Vigilância Sanitária (Agevisa/PB).

Dentro da programação da Agevisa/PB relacionada ao Dia Estadual de Combate do Fumo (15 de março), instituído na Paraíba pela Lei nº 8.356/2007 como importante momento para intensificar a defesa da saúde das pessoas por meio da ampliação das informações sobre os males causados pelo consumo de produtos fumígenos, a diretora-geral da Agevisa/PB, Maria Eunice Kehrle dos Guimarães, lembrou que tabagismo (ou dependência psicológica do consumo de produtos derivados do fumo) é considerado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como a principal causa de morte evitável em todo o mundo.

Maria Eunice observou que o vício de fumar é responsável por dezenas de doenças graves, dentre as quais o câncer de pulmão, de boca, de laringe e do estômago; o infarto, a bronquite e as infecções respiratórias, e informou que, “segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), a fumaça do cigarro contém mais de 4.700 substâncias tóxicas, incluindo arsênico, amônia, monóxido de carbono (o mesmo que sai dos escapamentos dos automóveis), substâncias cancerígenas, além de corantes e agrotóxicos em altas concentrações”.

Tendo em vista a gravidade dos problemas ocasionados pelo hábito de fumar, a diretora-geral da Agevisa/PB disse que o combate ao tabagismo é um desafio global que envolve a Organização Mundial de Saúde (OMS) e inúmeros órgãos governamentais e não governamentais em todo o mundo. “E, em que pese o poder econômico da indústria tabagista, conquistas importantes vêm sendo conseguidas ao longo dos anos, com destaque para as legislações criadas para dificultar a propaganda e demais elementos voltados para o aliciamento de novos fumantes, enfatizou.

Proibição de aditivos – Na mesma edição do Momento Agevisa, a diretora-técnica de Ciência e Tecnologia Médica e Correlatos da Agevisa/PB, Helena Teixeira de Lima Barbosa, ressaltou que “neste dia 15 de março de 2018 a Paraíba, assim como todos os demais Estados do País, tem a comemorar uma importante vitória obtida no âmbito do Supremo Tribunal Federal (STF) no dia 1º de fevereiro passado”.

Helena Lima referiu-se à decisão da Corte Suprema brasileira de julgar improcedente a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) nº 4874, ajuizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) com a finalidade de tornar sem efeito os dispositivos da Resolução de Diretoria Colegiada nº 14/2012, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que proibiu o uso de aditivos em todos os produtos fumígenos derivados do tabaco e comercializados no Brasil.

Os aditivos, segundo a Anvisa, têm a função de mascarar sabores, odores e sensações ruins em cigarros e outros produtos fumígenos para fazer com que os mesmos se tornem mais atraentes e palatáveis (ou “saborosos”) junto aos usuários, aumentando, assim, o número de fumantes (especialmente junto às camadas mais jovens da população) e, por consequência, os lucros da indústria tabagista.

A garantia jurídica da proibição do uso de aditivos, segundo afirmou a diretora-técnica Helena Lima, é essencial para fortalecer a proteção à saúde das pessoas, à medida que impede a indústria tabagista de utilizá-los, de forma maldosa, não somente para atrair mais pessoas (especialmente crianças e adolescentes) para o vício de fumar, mas, sobretudo, para ampliar os níveis de dependência psíquica dos usuários frente às substâncias contidas nos produtos fumígenos.

Palestra promovida pela SES-PB na Maurício de Nassau (15-03-2018).jpegEvento da SES/PB – A Agevisa também esteve presente nas atividades promovidas pela Secretaria de Estado da Saúde (por meio do Núcleo de Doenças e Agravos Não Transmissíveis - NDants) com alunos da área de Saúde da Faculdade Maurício de Nassau, sediada em João Pessoa/PB. Constaram da programação do evento testes como o Peak flow (que mede a eficácia da função pulmonar) e o Fargerstrom (que mede o grau de dependência de nicotina); orientações sobre o tratamento do tabagismo ofertado pelo SUS, e uma palestra sobre “O consumo do cigarro entre os jovens e suas consequências” proferida pela médica e doutora em pneumologia Maria Alenita Oliveira.

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