Você está aqui: Página Inicial > Adm. Indireta > AGEVISA > Notícias > Agevisa ressalta valor da rotulagem nutricional e recomenda maior atenção dos consumidores

Notícias

Agevisa ressalta valor da rotulagem nutricional e recomenda maior atenção dos consumidores

Os rótulos constantes das embalagens se constituem num instrumento de saúde pública destinado a fornecer informações adequadas e claras sobre as principais características nutricionais dos alimentos. Tais referências auxiliam na seleção de produtos mais apropriados para uma alimentação adequada e saudável, segundo ressaltou a gerente-técnica de Inspeção e Controle de Alimentos, Água para Consumo Humano e Toxicologia da Agência Estadual de Vigilância Sanitária, nutricionista Patrícia Assunção. O tema foi destaque na edição desta quinta-feira (05) do Momento Agevisa, que vai ao ar dentro da programação do Jornal Estadual da Rádio Tabajara (AM-1110 e FM-105.5).

Os rótulos constantes das embalagens se constituem num instrumento de saúde pública destinado a fornecer informações adequadas e claras sobre as principais características nutricionais dos alimentos. Tais referências auxiliam na seleção de produtos mais apropriados para uma alimentação adequada e saudável, segundo ressaltou a gerente-técnica de Inspeção e Controle de Alimentos, Água para Consumo Humano e Toxicologia da Agência Estadual de Vigilância Sanitária, nutricionista Patrícia Assunção. O tema foi destaque na edição desta quinta-feira (05) do Momento Agevisa, que vai ao ar dentro da programação do Jornal Estadual da Rádio Tabajara (AM-1110 e FM-105.5).

A rotulagem nutricional adequada e correta é obrigatória e se constitui numa importante ferramenta de comunicação entre o produto e o consumidor. Conforme Patrícia Assunção, ela tem reflexos muito positivos na saúde e na qualidade de vida das pessoas por oferecer condições de melhor seleção dos alimentos a serem consumidos e, com isso, proporcionar segurança alimentar e nutricional.

Aperfeiçoamento em debate – A rotulagem nutricional foi instituída no Brasil pela Resolução de Diretoria Colegiada (RDC) nº 360/2003, da Anvisa, que aprovou o regulamento técnico aplicável aos alimentos produzidos e comercializados, embalados na ausência do cliente e prontos para serem oferecidos aos consumidores. A medida tornou obrigatória a declaração, nos rótulos dos alimentos, dos seguintes nutrientes: valor energético, carboidratos, proteínas, gorduras totais, gorduras saturadas, gorduras trans e sódio.

Com o passar do tempo, evidências científicas mostraram que a tabela nutricional vigente é de difícil visualização, compreensão e utilização para a maioria dos consumidores. Com isso, iniciou-se um movimento internacional de busca de modelos alternativos capazes de melhorar a efetividade das informações contidas nas embalagens.

No Brasil, os trabalhos visando à revisão e modernização da regulação atual são coordenados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária. No dia 27 de agosto, a Anvisa realizou a última de uma série de três reuniões destinadas a coletar contribuições dos setores do governo e da sociedade civil (aí incluídos representantes de associações, de entidades de saúde e do setor produtivo) e anunciou uma Consulta Pública para ampliar a participação social no processo.

Educação alimentar – “Os esforços para estabelecer uma legislação especifica referente à rotulagem são de extrema importância, entretanto, devem estar aliados a um constante processo de educação alimentar e nutricional para a população brasileira, que deve ser desenvolvido na escola; em ações de prevenção e promoção da saúde, sobretudo na Atenção Básica em Saúde, e nos veículos de comunicação”, comenta a gerente de Alimentos da Agevisa/PB, Patrícia Assunção. Ela acrescenta que quanto mais acesso à informação, melhor o nível de consciência do consumidor em relação à alimentação adequada, nutritiva, saudável e prazerosa.

Informações obrigatórias – Ao observar os rótulos, além dos dados nutricionais, as pessoas devem conferir se há informações claras sobre lista de ingredientes, origem, conteúdo líquido (quilo ou litro), prazo de validade e número de lote. Dados sobre conservantes, lactose, glúten e diversos outros itens usados na composição de alimentos enlatados e processados são especialmente importantes para pessoas com algum tipo de alergia ou intolerância alimentar ou doenças como obesidade, hipertensão e diabetes.

Para despertar o interesse e a consciência das pessoas para a importância dos rótulos, a Organização Mundial de Saúde recomenda que os governos adotem ações que considerem o nível educacional, as barreiras de comunicação, a cultura local e a necessidade de entendimento das informações por parte de todos os segmentos da população.

Para o Ministério da Saúde brasileiro, além de fortalecer a capacidade de análise e decisão das pessoas na escolha de alimentos mais saudáveis, a declaração das informações nutricionais nos rótulos dos alimentos também auxilia na garantia do direito das pessoas ao acesso a informação adequada e clara sobre a composição e os riscos dos alimentos, conforme preconizado pela Lei nº 8.078/1990, que dispõe sobre o Código de Defesa do Consumidor.

Voltar para o topo
Secretaria de Estado da Comunicação Institucional