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No Dia Nacional de Combate ao Fumo, Momento Agevisa ressalta danos causados à saúde humana

A Agência Estadual de Vigilância Sanitária (Agevisa/PB) dedicou a edição do Momento Agevisa de quinta-feira (29) às informações sobre os males causados à saúde humana pelo uso dos produtos derivados do fumo. Em todo o País, a data de 29 de agosto é dedicada à mobilização nacional de combate ao tabagismo, que tem o objetivo de conscientizar as pessoas sobre os males que o hábito de fumar causa à saúde humana.

A Agência Estadual de Vigilância Sanitária (Agevisa/PB) dedicou a edição do Momento Agevisa de quinta-feira (29) às informações sobre os males causados à saúde humana pelo uso dos produtos derivados do fumo. Em todo o País, a data de 29 de agosto é dedicada à mobilização nacional de combate ao tabagismo, que tem o objetivo de conscientizar as pessoas sobre os males que o hábito de fumar causa à saúde humana.

Segundo observou a diretora-geral Jória Viana Guerreiro, “com a autoridade legal de uma autarquia que tem a missão de promover e proteger a saúde das pessoas, a Agevisa/PB tem participação ativa em todas as ações do Governo da Paraíba, e também de âmbito nacional, de combate ao tabagismo, tanto no apoio e presença nas atividades da Secretaria de Estado da Saúde (SES/PB) quanto na promoção de capacitações direcionadas aos agentes das Vigilâncias Sanitárias municipais; de palestras voltadas para os estudantes da Rede Estadual de Ensino, e de informações destinadas à sociedade em geral”.

Na Paraíba, a mobilização contra o tabagismo ocorre com maior ênfase nos meses de março, em face do Dia Estadual de Combate ao Fumo (15 de março) instituído pela Lei nº 8.356/2007; maio, quando é celebrado o Dia Mundial sem Tabaco (instituído pela Organização Mundial de Saúde em 1987), e agosto, em razão do Dia Nacional de Combate ao Fumo, instituído pela Lei nº 7.488/1986.

Avanços importantes – Neste ano de 2019, o Brasil está sendo reconhecido pela Organização Mundial de Saúde como o segundo país do mundo a alcançar o mais alto nível na adoção de medidas antitabagismo, fato que culminou na expressiva queda do consumo de produtos derivados do fumo em todo o território nacional.

Tal resultado, conforme a diretora-técnica de Ciência e Tecnologia Médica e Correlatos da Agevisa, Helena Teixeira de Lima Barbosa, pode ser creditado às políticas e práticas desenvolvidas em conjunto por todos os entes federados (União, Estados e Municípios), que nas últimas décadas têm intensificado campanhas de prevenção ao vício e, ao mesmo tempo, oferecido oportunidades e meios de tratamento para as pessoas que se dispõem a parar de fumar.

“Há, na Paraíba, Centros de Referência para Tratamento de Fumantes em mais de 170 municípios, e nestes centros as pessoas encontram atenção e apoio para se livrar do vício provocado pela nicotina”, informou Helena Lima. O tratamento para deixar de fumar, segundo ela, é oferecido em Unidades de Saúde da Família, nos Centros de Atenção Psicossocial (Caps), nos Centros de Atenção Integral à Saúde (Cais) e nas Policlínicas e Centros de Saúde. Nessas unidades, o usuário não precisa de encaminhamento para ser atendido, pois a demanda é espontânea, e do fumante só é exigida a vontade de se livrar do vício.

Danos causados pelo fumo – Para estimular a vontade de parar de fumar, Helena Lima citou alguns efeitos nocivos provocados à saúde humana pelos produtos derivados do fumo, começando pela comprovação (por parte da Organização Mundial de Saúde – OMS), de que o tabagismo é a principal causa de morte evitável em todo o mundo, sendo responsável por 63% dos óbitos relacionados às doenças crônicas não transmissíveis (DCNT).

“Ressalte-se que o tabagismo é responsável por 85% das mortes por doença pulmonar crônica (bronquite e enfisema); responde por 30% dos óbitos provocados por diversos tipos de câncer (pulmão, boca, laringe, faringe, esôfago, pâncreas, rim, bexiga, colo do útero, estômago e fígado); é responsável por 25% das mortes por doença coronariana (angina e infarto), e, por fim, responde por 25% das mortes por doenças cerebrovasculares – acidente vascular cerebral (AVC). Acrescente-se ainda que o hábito de fumar prejudica não só a saúde do fumante, mas também de todas as pessoas que com ele convivem, seja em casa, no trabalho, nos bares etc.”, observou a diretora-técnica da Agevisa/PB.

Outras enfermidades – Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), além de estar associado às doenças crônicas não transmissíveis, o tabagismo é um fator importante de risco para o desenvolvimento de outras enfermidades, dentre as quais tuberculose, infecções respiratórias, úlcera gastrintestinal, impotência sexual, infertilidade em mulheres e homens, osteoporose e catarata, entre outras.

Também de acordo com o Inca, se não houver a esperada redução no número de fumantes em todo o mundo, a estimativa é que em 2030 os produtos derivados do fumo provocarão a morte de cerca de oito milhões de pessoas por ano, sendo que 80% dessas mortes ocorrerão em países de baixa e média rendas.

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